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As trilhas sonoras da minha memória afetiva

Quando o dia amanhecia  nublado dentro e fora,  a saída era  o long play na vitrola.

Born to be wild,  Steppenwolf  me assegurava. Os primeiros acordes  e pronto,  o  corpo respondia com alegria. Até hoje a música  me provoca um desejo incrível de dançar. E Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson  continuam  me lembrando  que ainda  tem muita estrada pela frente.

 

 

Minha contrapartida romântica é   a trilha do filme “Anônimo Veneziano”, um filme memória, a metáfora sobre o que foi e não é mais, começando com a decadente Veneza, a ex história de amor entre o casal Florinda Bolkan (no seu esplendor),  e um belíssimo  galã,  Tony Musante, que eu nunca mais vi em nenhum filme .

A música, incrível, mágica sempre me leva à Veneza e me devolve  minhas histórias de amor.

 

 

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