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20120802 by Tillmann Lange

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I no longer work with calculations, nor am I interested
in data and their meanings.

I saw something in the past or it was something
someone told me. These fragments of past information transformed themselves in
my mind into forms. The numbers still exist within and the structures appear
like a flash.

I’m on paper.

It isn’t important to decode the original information:
absolute knowledge is impossible.

Fragments seen before have no relation to information.

Number is image and the pages of a math book are drawings.

The math book was shifted: I want to create a situation similar to listening to music, without understanding it’s
composition. You look at the drawing and I hope there is something you can feel, without further information.

The final outcome of musics equation is greater then its numbers, its the melody.

I like not to know what the melody means.

I like not to know.

Codes without keys. Maybe there is someone who could see the structure of the pattern.

It is interesting to see a information encoded and then to question: What is it about?

I want to freeze at this point. There is a question but there isn’t an answer.

The mystery is magical alone. Without answers.

 

translated by Jessica Cooke

Tillmann  Lange was born in Cottbus, Germany in 1981, he began his studies in the  Technical University of Dresden, Germany in 2001 in computer science. During this time he performed a parallel painting study in the Academy of Fine Arts  Dresden. In 2005 he moved to Berlin, where he currently lives and works as a  graphic designer and studies painting in the Berlin Weissensee School of Arts.
He had his work published in the ‘Prolog 7’ magazine of Berlin in 2011. His
solo exhibitions were ‘Linienkompott’ in Galerie  im Zwischenraum, Berlin 2012 and ‘Aktstudien und freie Blätter’, in the Galerie Ostart, Berlin.

www.tillmann-lange.de

20120802 por Tillman Lange

 

Eu não trabalho mais com cálculos, nem tenho mais interesse nas  representações dos  dados e seus significados

 

 

Vi algo no passado ou  foi uma historia que alguém e contou. Esses fragmentos do passado se transformaram em formas na minha
mente. Os números ainda existem dentro de mim e as estruturas aparecem como um flash.

Eu no  papel.

Não é importante decodificar essa informação original:  o conhecimento absoluto é impossível.

 

Os fragmentos  vistos não tem nenhuma relação com a informação.

Número é imagem e as páginas de um livro de matemática são desenhos.

 

 

O livro de matemática foi deslocado: quero construir uma situação similar a quando ouço uma musica, sem entender a composição. Você olha um desenho e espero que exista algo que  você possa sentir, sem a informação.

O resultado final da equação musical é maior do que seus números, é sua melodia.


Eu gosto de não saber o significado da melodia.

 

Eu gosto de não saber.

Códigos  sem gabarito. Talvez há alguém que possa ver a estrutura das sequencias. É interessante ver uma informação codificada e se perguntar: é sobre o que?


Eu quero congelar nesse ponto. Existe a pergunta, mas não há resposta. O mistério é mágica por si só. Sem resposta.

 

tradução : Jessica Cooke

Tillmann Lange nasceu em Cottbus, Alemanha em 1981, ele iniciou seus estudos na Universidade Técnica de Dresden, Alemanha em 2011 em Ciência da Computação. Durante esse período ele iniciou um estudo
paralelo em pintura na Academia de Artes Dresden. Em 2005 ele se mudou para Berlin, onde ainda mora e trabalha como designer gráfico e estuda pintura no Berlin Weissensee Universidade de Artes. Ele teve seu trabalho publicado na revista ‘Prolog 7’ em Berlin em 2011. Suas exposições solos foram ‘Linienkompott’ na Galeria  Zwischenraum, em Berlin 2012 e ‘Aktstudien und freie Blätter’, na Galeria Ostart, em Berlin 2010.

www.tillmann-lange.de