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E SE TUDO DER CERTO? por Gal Oppido

 

 

Desconfio que não temos capacitação genética para o enfrentamento da ausência instantânea e coletiva daquilo que nos impede do bem estar pleno…

A humanidade sempre conviveu com a correção de rotas, nos valemos da analogia para afastar incertezas e mesmo assim o desconforto nos persegue.

O mecanismo que nos dá horizonte possível é a idealização do que seja certo mesmo sabendo que a incompletude é o que nos move.

 

 

 

 

Gal Oppido é fotógrafo-ensaísta, com participações em exposições nacionais e internacionais. Entre elas Antífona, em 2011, no Museu Afro Brasil, e  São Paulo Mon  Amour, na Maison de Mettalos, em Paris. Recebeu o premio APCA, como melhor  fotógrafo pelo conjunto da obra, em 1991. Ministra curso de fotografia autoral no MAM-SP, desde 2001.

foto : Sabrina Wernicke

www.galoppido.com.br

[email protected] / [email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Edição “E se…”

“E se” é olho que espia, o batedor que segue à frente de um atrevimento, o fundo que vira figura, a descoberta da penicilina.

Mas, “E se” é também a dúvida melancólica, é não querer o que está sendo servido, é o do outro em vez do seu.

 

Nesta edição “E se…”, convidados muito especiais,  de diferentes áreas, apresentam  perspectivas inovadoras  sobre o tema .
Manoel Belem, físico e candidato à uma viagem a Marte, compartilha a materialização de uma fábula moderna: a colonização de outro planeta. Ricardo Porto de Almeida e Sofia Carvalhosa contam como tornam, através do movimento “Bancos com encosto para Sampa!”, o nosso lazer mais confortável e a cidade mais acolhedora.

A psicanalista Safira Lyra envereda pela possível ilusão do “E se?”, e Victor Hayashida, publicitário e diretor de criação, sugere o retorno da alma aos negócios.

Gal Oppido, fotógrafo-ensaísta acredita que tudo pode dar certo; mata a cobra e mostra a foto, enquanto Luiz Alfaya, superintendente da ONG Instituto Criar, relata o caso de uma jovem que continua guerreando para que tudo dê certo.

Elza Tamas, responsável pelo forademim,  numa pequena ficção questiona onde vivem as vidas preteridas e  ainda, o post sobre  o intrincado fenômeno das abelhas que seguem desaparecendo, que  deu espaço a um famoso “E se”, ecológico, atribuído a Einstein.

Leia, divirta-se e se você gostar, compartilhe!

 

 

 

 

 

foto banner: Cariri- Jessica Cooke