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A foto mentira – Wladimir Herzog

 

O ano é 1975 e essa foto   talvez  seja uma das mais importantes do registro da  ditadura no Brasil. Sua  veiculação, sugerindo o  suícidio do jornalista  Wadimir Herzog no DOI-CODI em São Paulo,  onde ele havia  se apresentado voluntariamente para depor,  permitiu que os rumos da ditadura fossem mudados. O descaramento da farsa era tão óbvio na fotografia,  pés apoiados  no chão e o nó da corda   a 1,63 cm de altura,  que o sistema de tortura e assassinatos que corria solto no regime militar  ficou super exposto e se enfraqueceu. O estopim para o inicio do movimento diretas-já.

rabino Henry Sobel

Wladimir Herzog, não foi enterrado na ala dos suicidas, contrariando a tradição  judaica, numa atitude considerada como um gesto político do Rabino Henry Sobel , ele mesmo um ativista dos direitos humanos e  contrário ao  regime militar.

 

Quer saber mais? Colo aqui a sinopse do livro “Meu querido Vlado”  escrito por  Paulo Markun, que se encontrava preso na mesma ocasião no DOI-CODI e separado da cena do crime apenas por umas tantas paredes que não lhe pouparam de ouvir os gritos de Herzog enquanto ele era torturado.

“Alguns vão parar no olho do furacão por vontade própria. Outros chegam lá por força das circunstâncias. Foi que aconteceu com Vladimir Herzog e comigo. Desde seu primeiro dia de trabalho na TV Cultura – onde assumira a direção de jornalismo, me entregando a chefia de reportagem – Vlado tornou-se o alvo preferencial de uma campanha que procurava apresentar a emissora como estando sob o perigoso controle dos comunistas, a serviço da subversão internacional.

Vlado e eu éramos, realmente, militantes do então clandestino Partido Comunista Brasileiro, mas o projeto dele para o jornalismo da Cultura era claro, cristalino e fora previamente aprovado pelo governo do Estado.

O anticomunista babão de alguns jornalistas, deputados e delegados estava a serviço da operação secreta que buscava liqüidar o chamado Partidão e enquadrar os tímidos intuitos de abertura política do general Geisel, insuportáveis para os militares da chamada linha dura.

Nos restava pouco a fazer diante daquela singular conjugação de fatores. E acabamos indo parar naquilo que os próprios agentes do Doi-Codi, o todo-poderoso organismo de repressão política definiam, orgulhosamente, como “a sucursal do inferno”. Junto com dezenas de companheiros, fui preso dia 17 de outubro de 1975. Uma semana mais tarde, uma equipe do Doi-Codi foi à Cultura prender o diretor de jornalismo.

Sob a promessa de se apresentar na manhã seguinte, Vlado dormiu em casa. Na manhã seguinte, cumpriu o combinado. Horas mais tarde, estava morto. Para encobrir o assassinato, forjaram seu suicídio por enforcamento ? mais uma na longa série de mentiras com que os militares tentavam ocultar o que ocorria no porão do regime. Mas, pela primeira vez depois de muito tempo, a sociedade reagiu à uma morte sob tortura.

É o que este livro relembra, 30 anos mais tarde, na esperança de registrar, a partir de um ponto de vista pessoal, um pouco da história de meu querido Vlado e do sonho da nossa geração.”

 

 

Mais? Reportagem de Lucas Ferraz na Folha de São Paulo,  sobre o fotógrafo que fez a foto com o contexto  manipulado, Silvaldo Leung Vieira.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/24012-o-instante-decisivo.shtml

 

 

 

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“Foi o gato” por Elza Tamas

Koko, a gorila treinada na linguagem de sinais, durante um ataque de raiva arrancou e quebrou uma pia. Questionada pelos treinadores sobre a sua conduta, apontou para o seu animalzinho de estimação e sinalizou: “foi o gato”.

Nosso cérebro ancestral sempre utilizou a mentira como um recurso de sobrevivência. Usamos a mentira para nos qualificarmos, para seduzir, para não sermos punidos, para sermos educados e aceitos e muitas vezes nos mentimos tão eficientemente, que não somos capazes de perceber o nosso auto-engano. Judite mente muito. Mal me lembro do momento que ela resolveu escrever a carta, mas ela garante que eu estava presente.

Além de mentir, Judite tem métodos bastante heterodoxos quando quer explicitar uma verdade.

 Prezada Dona Martha,

Desculpe-me, mas vou ser direta. Seu marido Abílio, há cerca de quatro anos se relaciona com uma jovem de nome Paula. Não uma Paula qualquer, mas uma moça de 23 anos. Uma jovem que viaja com ele, com quem ele janta e se diverte sem medo de ser visto, como se fosse um homem livre. E com esta mesma jovem, dona Martha, ele pretende morar em breve.

Dona Martha, escrevo-lhe em nome da grande admiração que nutro pela senhora e sendo assim, me atrevo a lhe dar um conselho de amiga: se antecipe a ele, não se humilhe mais implorando por um amor que ele não merece. Não compartilhe desta farsa e em respeito à sua família considere a separação como a alternativa mais digna para uma alma como a sua. Só assim ele poderá valorizar o que perdeu. A senhora há de encontrar alento junto aos seus, ao decoro da sua conduta e a sua fé cristã.

Encaminhei esta mesma carta aos seus filhos para que eles saibam quem é na verdade o pai deles, evitando que a senhora fraqueje frente ao que deve ser feito.

Da amiga espiritual.

Sei que ela sorriu ao digitar a última frase, e que se sentiu tomada por um tipo de entusiasmo pueril.  Afinal não é todo dia que se pode mudar o destino de alguém.  “Da amiga espiritual”. As Donas Celestes de qualquer paróquia poderiam ter escrito esta carta.

Ninguém nunca saberia, e isto é o que importava. Éramos boas em guardar segredos, Judite mais do que eu. Em breve nos divertiríamos com as tentativas de Abílio em descobrir a boa samaritana que enfim, solucionava o seu dilema. Nenhuma transgressão ética, já que tudo foi feito em nome de um bem maior. Não ser descoberto numa mentira é o mesmo que dizer a verdade, dizia Judite que repetia Aristóteles. A ação eficaz e a motivação absolutamente correta trariam  bons resultados. Tive que concordar, cinco anos como analista de Abílio qualificavam Judite a atuar a seu favor. Ela chamava de “um ato de compaixão”, afinal Abílio tinha direito a viver sua história de amor; Dona Martha, a que nunca tinha dúvidas, que se encantasse com o divino.

Seu conflito era moral, (como deixar dona Martha?) e só poderia ter sido solucionado se uma terceira força atravessasse o caminho e desestabilizasse o prato da balança. Neste caso a terceira força foi Judite.

Todo mundo tem um gato. O meu se chama Judite.

 

 

 

 

 

 

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O buraco negro da imagem verdadeira por Georgia Quintas

“Toda fotografia é uma ficção que se apresenta como verdadeira. Contra o que nos inculcaram, contra o que costumamos pensar, a fotografia mente sempre, mente por instinto, mente porque sua natureza não lhe permite fazer outra coisa.”

Joan Fontcuberta

 

Em um dia langoroso, percebi que a fotografia era um consolo. Alguns retratos de família, de viagens, de parentes mortos, de bebês nonsense com seus olhares vãos, de certa forma sibilaram para mim a dimensão simbólica da fotografia que me acompanha até hoje. Confesso que esta lembrança já se faz turva e eu, menina, não entendi muito bem o significado daquela experiência. Decerto, instaurou-se um estado de espírito entremeado de desejo, cobiça e encantamento com relação às imagens.

Com a imagem fotográfica somos, frequentemente, solapados pela força de um possível testemunho de algo em certo espaço e em certo tempo. Embora tudo o que vemos na fotografia seja visível; é, contudo, em seu nicho mais velado e incógnito que encontramos verdadeiras significações. É justo no espírito entremeado de desejo em imaginar que percebemos novas realidades.

Discordo daqueles que acreditam que a fotografia é uma cópia fiel da realidade. Não é. A firmeza do meu credo encontra vazão na obra teórica O beijo de Judas – Fotografia e Verdade (Editorial Gustavo Gilli, 2010),  do fotógrafo catalão Joan Fontcuberta.

O beijo de Judas é um daqueles livros inspiradores que nos ajudam a compreender as sutilezas e simulacros inerentes à fotografia.  Nem tudo que reluz na superfície imagética é real, assim como nem tudo que pensamos a partir dela é consequência de um mecanismo realista, verossímil, de uma verdade visual e cândida. É com precisão argumentativa que Fontcuberta discorre sobre esse buraco negro da imagem verdadeira. Ele nos apresenta várias facetas sobre o amálgama entre mentira e ficção.

Foto: Fontcuberta

Num estado de espírito entremeado pelo desejo de viver fotografias, as evidências se colocam como pistas para o devaneio. Não estaria falseando ao dizer que a fotografia é interseção de prazeres, vontades, volúpias, afeto, ressurreição e fantasia. Já não contemplo aqueles álbuns da infância há algum tempo. Fico com a memória retida daquele momento o qual persiste em alimentar minha imaginação. Quem sabe, ao revê-las serei traída por fantasmas do que pensava ter visto…

Foto João Castilho – série Temperos - 2009

Sigo com a ideia da fotografia sentida muito mais como materialização de uma experiência do olhar. Esse é meu consolo, absoluto desejo de seguir outros mundos e sensações.

 

Georgia Quintas é professora e pesquisadora no campo da teoria, filosofia e crítica da imagem fotográfica. Doutora em Antropologia pela Universidade de Salamanca (Espanha), mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pós-graduada em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP/SP. Atualmente, é Coordenadora da Pós-graduação em Fotografia da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP/SP. Autora do livro “Man Ray e a Imagem da Mulher – A vanguarda do olhar e das técnicas fotográficas” (CEPE, 2008).

Site com textos críticos: Extraquadrohttp://www.olhave.com.br/extraquadro

 

foto do banner:  André Kertész – Polaroids -1979

 

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Pinóquio e o mentiroso em nós por Alex Cerveny

No começo, acho que entendia a mentira apenas como uma mera estratégia de sobrevivência(“- Já tomou banho?  -Tomei!”…), mas, com o tempo, percebi que mentir também nos ajuda a obter recompensas preciosas, tais como prazer e vingança.  Penso que todos nós que sobrevivemos aos horrores da infância e às infâmias da adolescência, obtivemos tal êxito porque aprendemos a mentir com convicção. E assim nos tornamos crianças mais adequadas e adultos mais bem preparados para enfrentar o mundo real.

Ler e ilustrar o Pinóquio de Carlo Collodi, na tradução de Ivo Barroso foi uma redescoberta. Não apenas quanto ao texto, sem cortes e original. Mas também pelas frestas que se abriram nele, para que eu reencontrasse na memória as minhas primeiras estripulias e atos inconfessáveis. Este trabalho fez com que eu me projetasse em muitas das cenas apresentadas, algumas vezes próximas dos vestígios de minha própria, (ou de qualquer) infância e das fantasias vividas no processo de metamorfose para a vida adulta.

Este Pinóquio completo, que pode ser subentendido também como um “manual de conduta para meninos”, é bem diferente das histórias educativas de Heinrich Hoffmann reunidas em Der Struwwelpeter anos antes. Collodi junta tudo em uma galopante narrativa e ainda acrescenta importantes ingredientes morais e sentimentais. Contém um oceano de possibilidades para o ilustrador.

Seu mundo é um lugar mágico, e como tal, é cheio de armadilhas perigosas para uma presa perfeita como Pinóquio. Ele fala demais, não escuta, é exibido e não suporta ser contrariado. É ingenuo, impaciente e não pensa antes de agir. Suas mentiras frágeis não convencem enquanto boneco, e talvez o objetivo maior, por trás do “tornar se um menino de verdade”, seja justamente o desejo de aprender a mentir de uma maneira convincente.

Foi em setembro de 2011, depois de quase um ano de tentativas, de busca de um traço e de um formato para o boneco e seu mundo mágico, que eu achei que este Pinóquio poderia se “revelar” através do cliché-verre.

Neste procedimento híbrido, meio gravura e meio fotografia, as imagens foram desenhadas em chapas de vidro coberto de fuligem, e depois reveladas. Resultam de um artesanato onde quase não existe atrito, porque a agulha desliza na superfície do vidro removendo a fuligem sem nenhuma resistência. A luz que atravessa o negativo de vidro grava a imagem no papel. O resultado traz um pouco da atmosfera e da textura dos calotypes do século dezenove.

A partir daí, em poucas semanas Pinóquio foi “revelado” em cerca de sessenta imagens e entregues quase diariamente. Não foram feitos esboços preliminares, e tive que fazer muito poucas correções; assim, penso que estes clichés contém bastante sinceridade.

É preciso admitir que fiz uso de um novo instrumento para a execução desta série, uma lupa, que me permitiu fazer com mais conforto e precisão todas as caligrafias e filigranas, e a enxergar as miudezas do desenho, como na juventude.

 

 

Alex Cerveny nasceu em 1963, em São Paulo, onde até hoje vive e
trabalha. Sua formação aconteceu principalmente nos ateliers de dois
artistas: Valdir Sarubbi e Selma D’affrè, com os quais estudou desenho
e gravura; e para os mesmos, trabalhou como assistente entre 1979 e
1984. Expõe regularmente desde 1982. Seus desenhos, gravuras, bronzes,
azulejos e pinturas estão sempre carregadas de história.
Paralelamente, realizou atividades ligadas ao ensino livre da arte e à
contínua produção de desenhos de ilustração para jornais, livros e
revistas.

http://casatriangulo.com/pt/artista/3/trabalhos/1/

war-of-the-worlds-by-orson-welles boa para o site

A guerra dos mundos por Orson Welles

Era o  dia 30 de outubro de 1938, uma véspera de Halloween. Devia ser uma noite como todas as outras. Assim como milhões de outras pessoas em todo o planeta, os americanos encerravam seu dia ouvindo rádio. Por volta da 20 horas iniciou-se a transmissão da adaptação  de Guerra dos Mundos,de H.G. Wells, com a apresentação   de Orson Welles  Em menos de uma hora, parte da audiencia dos  Estados Unidos acreditava que  estavam sob ataque de forças alienígenas. Orson Welles, entrava para a história.

A tensão foi construída cuidadosamente. A transmissão interrompia a programação normal de forma crescente, utilizando entrevistas com autoridades e uma nervosa descrição do monstro saindo do cilindro de metal. O primeiro confronto terminou com 40 mortos, anunciavam. No segundo ataque, sete mil homens do exército, armados com rifles e metralhadoras, foram aniquilados com raios de calor. Novos cilindros foram localizados. Os marcianos prosseguiram para Manhattan, destruindo e matando com gás venenoso, enquanto a Inglaterra, França e Alemanha ofereciam ajuda. A situação era desesperadora.

Houve  pânico generalizado, telefonemas desesperados para a polícia, grupos armados saindo pela noite em busca dos marcianos, pessoas cobrindo as janelas com panos úmidos e americanos preferindo o suicídio à morte por gás venenoso. O país acreditava estar ouvindo uma descrição real de uma invasão espacial. Um depoimento simulado do ministro do Interior dizia que as pessoas deveriam sacrificar a própria vida para que fizessem prevalecer a raça humana.


Ainda que pequeno em relação ao que hoje se imagina, o pânico gerado pela transmissão da” Guerra dos Mundos” estava nos jornais no dia seguinte. A Comissão de Comunicações do governo exigiu uma cópia do programa para análise, e o Senador Clyde L. Herring divulgou à imprensa sua intenção de levar ao Congresso uma lei para regular as transmissões de rádio. A preocupação chegou ao Canadá, onde a transmissão foi ouvida e recebida com o mesmo alarme. Em Londres, H. G. Wells reforçou o coro das reclamações dizendo que não havia dado permissão para alterar sua obra, de modo que a história pudesse ser vista como fato e não como ficção.

Nos meses que se seguiram, Welles e a CBS foram objeto de centenas de ações judiciais em busca de indenização, nenhuma delas bem sucedida. A repercussão e a súbita fama asseguraram a Welles um contrato que o levou a dirigir “Cidadão Kane”.

fonte: site omelete/uol

Veja aqui parte da  narração, com legenda

copia fiel juliette

Copia Fiel

O que é original? O  que é  cópia?

‘Se a qualidade de uma obra de arte depende do contexto  e está nos olhos de quem a vê, então uma falsificação pode ter a mesma validade do original. É como a imagem da Coca-Cola reinventada pela pop art.’

Essas frases estão presentes nos momentos iniciais do filme  Cópia Fiel,  de Abbas Kiarostami, proferidas na palestra de  James Miller, um escritor inglês que  está na Toscana promovendo o seu livro, Cópia fiel. No entanto a idéia do falso, verdadeiro, permeia todo o filme e  se estende para o âmbito do relacionamento humano. No terreno do sentimentos, o que é real  e o que é imaginário?  Se nos comportamos como um casal, acabamos nos tornando um casal?

Juliette Binoche está belíssima no papel de Elle , uma galerista francesa com quem James passeia por vilarejos lindos, na região da Toscana.

A própria Juliette quando  fixa a câmera  e  cria a ilusão de um espelho, nos mostra a essência do que é o cinema. Durante todo o filme, Kirostami nos faz num momento  acreditar e no outro  desacreditar totalmente,  flutuando de acordo com  nossa própria subjetividade.

Mas eram ou não? Não importa.  No caso, a pergunta é muito mais interessante do que qualquer resposta.

 

 

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A árvore de espaguetes

Em 1º de abril de 1957, a famosa emissora britânica BBC levou ao ar uma  reportagem sobre uma “colheita recorde de espaguetes” em Ticino, região na fronteira entre a Suíça e a Itália.
As cenas mostravam pessoas colhendo fios de espaguetes pendurados em árvores, como se  fossem frutas.

Apesar do improvável das imagens e de ser dia 1º de abril, a BBC recebeu dezenas de ligações de espectadores querendo saber  como poderiam plantar e fazer crescer suas próprias árvores de espaguete, no quintal de  suas casas.

Segundo o Museum of Hoaxes, que registrou o episódio, a emissora respondeu, ainda no espírito brincalhão: “Coloque um raminho de espaguete em uma lata de molho de tomate e espere o melhor”

 

Cole este endereço na sua barra de ferramenta para assistir a matéria original  feita pela BBC. É hilaria, especialmente pelos elementos que que a reportagem acrescenta a fim de dar credibilidade.

http://news.bbc.co.uk/player/nol/newsid_7180000/newsid_7185500/7185593.stm?bw=bb&mp=wm&asb=1&news=1&ms3=54&ms_javascript=true&bbcws=2

 

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VIVAS!!!!!!- Edição Mentira

Chegamos a 6a. Edição do fora de mim com o tema – MENTIRA

Amigos antigos e novos amigos  me ajudaram nesta edição  a mentir, simular, esclarecer, duvidar e confirmar.

Confiram as matérias e se gostarem, ajudem a espalhar.

Esta é uma revista  mensal e  é publicada  em torno do dia 18 de cada mês. A cada semana dependendo do meu fôlego, incluo um post novo referente ao tema que está no ar.

As edições anteriores estão na barra vermelha lá embaixo.

Divirtam-se!